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Breve Memória da Bienal de Poesia
Ao falar para uma platéia de 700 pessoas que lotavam o auditório do Museu da República, na abertura oficial da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, o poeta Affonso Romano de Sant´Anna perguntava por que o século XX, o mais sangrento da História, insistiu tanto em decretar a morte da poesia. E não apenas da poesia – falou-se em morte do livro, morte do romance, morte da história, morte da arte. Ninguém soube responder – espera-se, agora, que se decrete, isto sim, a morte dessa conversa. Em Brasília, a poesia mostrou-se viva e vigorosa, ao longo dos cinco dias da Bienal. Foi um contraponto aos chatíssimos desfiles militares da Semana da Pátria...leia
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